HISTÓRIA DO CD
Os discos compactos (Áudio Compact Discs (CD-DÁ)) foram introduzidos no mercado de áudio pela primeira vez em 1980 da mão de Philips e Sony como alternativa aos discos de vinil e dos cassetes.
Em 1984, as companhias estenderam a tecnologia para que se pudesse armazenar e recuperar dados e com isso nasceu o disco CD-ROM. Desde então o CD mudou de um modo significativo o modo no que escutamos música e armazenamos dados.
Estes discos têm uma capacidade de 650 Megabytes de dados ou 74 minutos de música de muito alta qualidade. De um modo genérico podemos dizer que o CD revolucionou o modo em que hoje em dia se distribui todo tipo de informação eletrônica.
Em 1990 foram de novo Philips e Sony os que ampliaram a tecnologia e criaram o Compact Disc Recordable (CD-R). Até então todos os CDS que se produziam se faziam mediante o processo industrial de estampa de um modelo pré-gravado.
O disco de rotogravura se protege com uma capa muito tênue de alumínio, o qual lhe dá a cor típica prateada. Hoje em dia estas técnicas se utilizam para quantidades superiores a 1000 unidades, enquanto para quantidades inferiores é mais barato, rápido e conveniente utilizar a gravação de discos recordable (CD-R).
Estes também levam uma capa de recobrimento característica. Ao princípio esta era de ouro e derivados, hoje em dia utiliza outros compostos mais versáteis, duradouros e baratos.
Na atualidade, quando passaram 14 anos desde que Sony e Philips desenvolveram o formato digital do Compact Disc (CD) e ofereceram ao mundo a primeira expressão do "entretenimento digital", chega-nos um novo e revolucionário produto: o Digital Video Disc (DVD). Depois do CD, vieram o CD-ROM, Photo CD, CD-i, DCC, Mini Disc, mas nenhum criou as espectativas que criou o DVD. Nesta evolução se produziram avanços significativos em tecnologias que suportam estes formatos: lasers ópticos, películas refletivas, replicação de discos e, sobretudo, os algoritmos de compressão e codificação de video, áudio e dados.
Indiscutivelmente os avanços nos circuitos integrados (VLSI) e os mecanismos de controle fizeram possível que as novas tecnologias se tornassem realidade. Foi em setembro de 1995 quando Sony, junto com outras nove companhias (Philips, Mashusita, Toshiba) uniu seus esforços e criaram um estandar unificado para o formato DVD. Respaldado pelas grandes companhias eletrônicas e do mundo da multimídia.
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Os diferenciais:
Os diferenciais que resultam na constante expansão de clientes e serviços estão inseridos em todos os setores da empresa, um conjunto de qualidades que só a ART DISC proporciona.
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